Assim como fizemos no Dia Internacional do Doador de Sangue em 14 de junho, desta vez no dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue em 25 de novembro, além do lançamento do app Banco de Doadores no Facebook (5.538 usuários até o momento), repetimos a mobilização para as pessoas pintarem a unha de vermelho para celebrar e chamar a atenção para a data. Em Brasília, organizamos uma ação na rua registrada no video acima, publicado hoje no Canal do Ministério da Saúde no YouTube.
Além disso blogs de moda e esmaltes, que apoiaram o movimento mais uma vez, a apresentadora de TV Ana Maria Braga, tradicional militante das causas envolvendo a saúde da mulher, gostou da idéia e apareceu com as unhas vermelhas em seu programa e compartilhou uma foto e recado em sua fanpage, hoje com 639.697 fãs.
Além da divulgação via gerenciamento de comunidades e RP com blogs, influenciadores, profissionais de beleza e manicures, o movimento tb teve boa recepção em sites de empresas como Atmosfera Feminina, lojas e fabricantes de esmaltes. Além da fanpage do Ministério da Saúde no Facebook (25.121 fãs), também publicamos na fanpage da campanha Doe Sangue no Facebook, lançada um pouco antes do Dia Nacional do Doador de Sangue e hoje com 13.168 fãs, posts e imagens para compartilhar o acontecimento:
A Carol Rocha (do perfil @tchulimtchulim no Twitter) e seu movimento #vaidoa,
foi muito lembrada por ocasião do Dia Nacional do Doador de Sangue, pois sua
história com um acidente grave em agosto de 2011 acabou transformando-a
em porta voz da causa nas redes sociais. Ainda no Twitter, através do perfil @minsaude (hoje com 105.357 seguidores), twits sobre o movimento da unha vermelha e do app dos Doadores de Sangue ajudaram a manter a hashtag #doesangue nos trending topics (assuntos mais comentados do momento) durante todo o dia. Abaixo alguns links para fotos da @fuinha_albina e @suaslindas que aderiram e pintaram a unha de vermelho:
O projeto, criado pela Plano Digital para apoiar a campanha desenvolvida pela agência Borghiehr Lowe para o Ministério da Saúde, teve sob minha direção aqui na Plano, a Ana Cristina centralizando as ações de RP e gerenciamento de comunidades ao lado da equipe de midias sociais: Ricardo em Brasília, Juliana e Thais em São Paulo. Para quem gostou da idéia, fica aqui o convite para reservar os esmaltes e pintar as unhas de vermelho nas próximas datas. Doe sangue, faça parte dessa corrente!
O comentarista de TV e diretor de cinema Arnaldo Jabor, que ao lado de Luis Fernando Veríssimo, talvez seja o principal nome a quem atribuem os textos que fazem sucesso em correntes por email, powerpoints motivacionais e agora mensagens compartilhadas no Facebook. Em 2009, nesta coluna publicada no Estadão e reproduzida abaixo, o cineasta reuniu alguns parágrafos e frases atribuídas a ele, reclamando dos elogios e mensagens de felicitações que recebe por estes textos que nunca escreveu.
Arnaldo Jabor também critica as redes sociais, o Twitter e seu falso perfil @Arnaldo_Jabor, também apócrifo, que hoje tem 232.689 seguidores. Pela coluna escrita 2 anos atrás ele nem considerava, mas desde o ano passado ele mantém um perfil oficial @realjabor (477.855 seguidores) cujo lançamento anunciou em sua coluna no Jornal Estadão em 24/8/2010: Estou nascendo hoje na internet.
Não estou no “twitter”, não sei o que é o “twitter”, jamais entrarei neste terreno baldio e, incrivelmente, tenho 26 mil “seguidores” no “twitter”. Quem me pôs lá? Quem foi o canalha que usou meu nome? Jamais saberei. Vivemos no poço escuro da web. Ou buscamos a exposição total para ser “celebridade” ou usamos esse anonimato irresponsável com nome dos outros. Tem gente que fala para mim: “Faz um blog, faz um blog!” Logo eu, que já sou um blog vivo, tagarelando na TV, rádio e jornais... Jamais farei um blog, este nome que parece um coaxar de sapo-boi. Quero o passado. Quero o lápis na orelha do quitandeiro, quero o gato do armazém dormindo no saco de batatas, quero o telefone preto, de disco, que não dá linha, em vez dos gemidinhos dos celulares incessantes.
Comunicar o quê? Ninguém tem nada a dizer. Olho as opiniões, as discussões “online” e só vejo besteira, frases de 140 caracteres para nada dizer. Vivemos a grande invasão dos lugares-comuns, dos uivos de medíocres ecoando asnices para ocultar sua solidão deprimente.
O que espanta é a velocidade da luz para a lentidão dos pensamentos, uma movimentação “em rede” para raciocínios lineares. A boa e velha burrice continua intocada, agora disfarçada pelo charme da rapidez. Antigamente, os burros eram humildes; se esgueiravam pelos cantos, ouvindo, amargurados, os inteligentes deitando falação. Agora não; é a revolução dos idiotas online.
Quero sossego, mas querem me expandir, esticar meus braços em tentáculos digitais, meus olhos no “google”, (“goggles” – olhos arregalados) em órbitas giratórias, querem que eu seja ubíquo, quando desejo caminhar na condição de pobre bicho bípede; não quero tudo saber, ao contrário, quero esquecer; sinto que estão criando desejos que não tenho, fomes que perdi. Estamos virando aparelhos; os homens andam como robôs, falam como microfones, ouvem como celulares, não sabemos se estamos com tesão ou se criam o tesão em nós. O Brasil está tonto, perdido entre tecnologias novas cercadas de miséria e estupidez por todos os lados. A tecnociência nos enfiou uma lógica produtiva de fábricas vivas, chips, pílulas para tudo, enquanto a barbárie mais vagabunda corre solta no País, balas perdidas, jaquetas e tênis roubados, com a falsa esquerda sendo pautada pela mais sinistra direita que já tivemos, com o Jucá e o Calheiros botando o Chávez no Mercosul para “talibanizar” de vez a América Latina. Temos de ‘funcionar’ – não viver. Somos carros, somos celulares, somos circuitos sem pausa. Assistimos a chacinas diárias do tráfico entre chips e “websites”.
Escritores Fantasmas
O leitor perguntará: “Por que este ódio todo, bom Jabor?” Claro que acho a revolução digital a coisa mais importante dos séculos. Mas estou com raiva por causa dos textos apócrifos que continuam enfiando na internet com meu nome.
Já reclamei aqui desses textos, mas tenho de me repetir. Todo dia surge uma nova besteira, com dezenas de e-mails me elogiando pelo que eu “não” fiz. Vou indo pela rua e três senhoras me abordam – “Teu artigo na internet é genial! Principalmente quando você escreve: ‘As mulheres são tão cheirosinhas; elas fazem biquinho e deitam no teu ombro...’”
“Não fui eu...”, respondo. Elas não ouvem e continuam: “Modéstia sua! Finalmente alguém diz a verdade sobre as mulheres! Mandei isso para mil amigas! Adoraram aquela parte: ‘Tenho horror à mulher perfeitinha. Acho ótimo celulite...’” Repito que não é meu, mas elas (em geral barangas) replicam: “Ah... É teu melhor texto...” – e vão embora, rebolando, felizes.
Sei que a internet democratiza, dando acesso a todos para se expressar. Mas a democracia também libera a idiotia. Deviam inventar um “antispam” para bobagens.
Vejam mais o que “eu” escrevi: “As mulheres de hoje lutam para ser magrinhas. Elas têm horror de qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba!”... Luto dia e noite contra cacófatos e jamais escreveria “cós acaba!”. Mas, para todos os efeitos, fui eu. Na internet eu sou amado como uma besta quadrada, um forte asno... (dirão meus inimigos: “Finalmente, ele se encontrou...”)
Vejam as banalidades que me atribuem:
“Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!” Ou: “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!”
Ainda sobre a mulher: “São escravas aparentemente alforriadas numa grande senzala sem grades.” Há um texto bem gay sobre os gaúchos, há mais de um ano. Fui “eu”, a mula virtual, quem escreveu tudo isso. E não adianta desmentir.
Esta semana descobri mais. Há um texto rolando (e sendo elogiado) sobre “ninguém ama uma pessoa pelas qualidades que ela tem” ou outro em que louvo a estupidez, chamado “Seja Idiota!”...
Mas o pior são artigos escritos por inimigos covardes para me sujar. Há um texto de extrema direita, boçal, xingando os brasileiros, onde há coisas como: “Brasileiro é babaca. Elege para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari. Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira. Brasileiro é vagabundo por excelência. Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada, não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo. 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como ‘aviãozinho’ do tráfico para ganhar uma grana legal. Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora... O brasileiro merece! É igual a mulher de malandro – gosta de apanhar...”
E o pior é que muita gente me cumprimenta pela “coragem” de ter escrito esta sordidez.
Ou seja: admiram-me pelo que eu teria de pior; sou amado pelo que não escrevi. Na internet, eu sou machista, gay, idiota, corno e fascista. É bonito isso?
Penso que a motivação das pessoas atribuem os textos a autores consagrados, unanimidades literárias e personalidades famosas e conhecidas por todos é ajudar na aceitação da mensagem. Opiniões que elas acreditam e que quase sempre estão ligadas a seus instintos de sobrevivência, reprodução e afirmação. E entender a origem destes textos apócrifos e até mesmo as lendas urbanas é memética - estudos dos memes - na prática.
Enquanto que no vale do silício para enfrentar o crescimento do Facebook a turma do Google aposta suas fichas e esforços no Google+ aqui na filial brasileira o pessoal continua lançando novos recursos no Orkut mesmo, pra evitar a fuga de usuários pra rede social do concorrente.
Depois de mudanças gradativas no design, novas funcionalidades e abertura do conteúdo para aparecer nos resultados na busca no Google, inauguraram em 10/5/2011 o Orkut ao Vivo, integrando transmissão de videos pelo YouTube com uma série de programas de entrevistas com artistas famosos e humoristas convidados. A estréia com direito até a hashtag #orkutaovivo no Twitter, foi com a cantora Pitty, ao lado de Marina Santa Helena ex-VJ da MTV, que foi a interlocutora das perguntas selecionadas entre os membros na comunidade, como explica o post no Blog do Orkut: Pitty, entrevista, ganhadores do concurso e novo tema no Orkut.
Mais recentemente o Orkut tem lançado comunidades oficiais patrocinadas, com direito a endereço e design próprio e customizado. Assim como o Orkut ao Vivo, as comunidades tem novos selos integrados, distribuído entre os membros de acordo com ações e participações. Os selos são imagens e gráficos exclusivos, exibidos no perfil dos ganhadores, que funcionam como medalhas e recompensa de modo parecido com o que acontece com as badges no Foursquare. Ilustrando o post está o aviso do selo Eu Acredito, patrocinado pela Coca-Cola, com o conceito da última campanha da marca, que vem com o texto estampado: a gente acredita que os Bons São Maioria graças a pessoas como você, esse selo vai te ajudar a espalhar boas vibrações pros amigos e mostrar que você acredita em um mundo melhor.
Video promovendo o patrocínio de comunidades no Orkut
No dia 11/7/2011 entrou no ar este video no Canal do Google no Youtube, onde a empresa desfila números e defende um suposto crescimento do Orkut no Brasil, assim como de outras redes sociais. No final, promove as comunidades patrocinadas como instrumento de relacionamento das marcas com seus clientes. De qq forma vai ser interessante acompanhar este novo formato de publicidade, onde comunidades oficiais diferenciadas vão conviver com comunidades estabelecidas e geridas e atualizadas há muito tempo pelos próprios consumidores, por usuários experientes, as vezes até mesmo grupos de moderação e perfis coletivos, quase que torcidas organizadas no caso do futebol.
Ontem li um artigo do New York Times assinado por Claire Cain Miller e traduzido pro português por Augusto Calil no jornal O Estado de São Paulo falando sobre produtoras de video que lucram exclusivamente com videos no YouTube. Citava varias produtoras americanas que seguem este formato de remuneração através do programa de afiliados e de investidores.
Na hora lembrei de experiências brasileiras que parecem seguir o mesmo caminho, a mais bem sucedida talvez seja o canal Galo Frito (com 66.405.853 exibições nos videos), cuja série da personagem Pathy que te Pariu ilustra esse post. De qq forma eu citaria tb os canais Anões em Chamas da Fondo Filmes (chegou a ter 11 milhões de exibições antes de ser suspenso pelo YouTube) e até mesmo o Música de Bolso da Ioio Filmes (1.931.153 exibições). Diferente dos vlogs, uma revolução individual onde uma webcam e conexão internet é suficiente para lançar novos talentos, nestes canais a produção tem um caráter coletivo e a criação e o lançamento de personagens, protagonistas e enredos se parece mais com o show business e star system tradicional.
Abaixo o copy paste do artigo do New York Times assinado por Claire Cain Miller e traduzido pro português por Augusto Calil no jornal O Estado de São Paulo.
Era um estúdio de cinema profissional, apesar de os atores insistirem em estragar a cena ao rirem do astro, que se debatia diante de uma tela verde, fingindo ser devorado vivo. "Precisamos de uma tomada mais limpa", disse o técnico de som. Eles gravaram mais uma vez, os atores contendo a histeria até que as câmeras fossem desligadas.
A cena, um episódio de um programa humorístico chamado AsKassem, não era destinado ao cinema e nem à TV: ele seria exibido no YouTube. Mas, com a tela verde, a equipe de técnicos, os atores e as consideráveis despesas com o aluguel de câmeras e luzes, o programa vai muito além dos típicos vídeos de produção individual gravados no porão de casa apenas com uma webcam, tão comuns neste site.
O AsKassem é obra do Maker Studios, uma das muitas produtoras que surgiram para ajudar a criar e distribuir vídeos na rede. Financiados por capitalistas investidores e por recursos cedidos pelo YouTube, do Google, esses estúdios tentam desempenhar para os serviços de vídeo online o mesmo papel assumido pela United Artists há quase 100 anos na distribuição dos filmes e também aquele assumido pela MTV em relação à televisão nos anos 80.
"Estamos falando de uma nova geração de estúdios, gente que está crescendo com um trabalho amador e que decidiu juntar forças e formar essas redes", disse Hunter Walk, diretor de gestão de produtos do YouTube. "Sob muitos aspectos, são como as primeiras emissoras a cabo de 30 anos atrás."
Trata-se de uma importante mudança na estratégia do Google para o YouTube. O Google decidiu participar muito mais e ajudar na criação de conteúdo original para o site ao alimentar esses estúdios, pois a aposta em conteúdo profissional produzido por estúdios já consagrados no cinema e na TV não produziu os resultados esperados. O YouTube precisa muito de mais conteúdo de alta qualidade para concorrer com serviços que oferecem vídeo via streaming, como o Netflix e o Hulu, na disputa por espectadores e anunciantes.
Lucro.
Alguns criadores de vídeos para o YouTube têm ganhado dinheiro nos últimos anos. Mas, conforme a popularidade do site aumentou vertiginosamente, os criadores podem enfrentar dificuldades para consolidar canais com uma audiência regular, fugindo da fórmula do sucesso solitário das peças virais.
As produtoras iniciantes - entre elas o Maker Studio, Machinima, Mahalo, Vuguru e Next View Networks (essa última comprada recentemente pelo próprio YouTube) - tentam ajudar os diretores.
Elas escolhem os videomakers mais talentosos e os ajudam a produzir vídeos oferecendo-lhes o figurino, as câmeras e os recursos financeiros necessários. Ajudam também a consolidar a audiência por meio de estratégias como a distribuição de links para esses vídeos inseridos em outros conteúdos populares na mesma rede.
O YouTube, por sua vez, vende espaço aos anunciantes e partilha o lucro obtido com essas empresas e os criadores dos vídeos.
Auxílio O YouTube sustenta esses empreendimentos com a renda dos anunciantes, com auxílio nas questões relativas a copyright e também com investimentos.
No Brasil: Galo Frito e Anões em Chamas
Agora, fazendo um paralelo com o Brasil, o canal Galo Frito, no ar desde outubro de 2007 no YouTube, faz muito sucesso com paródias de artistas famosos e celebridades adolescentes e séries com personagens de humor. Segundo o site oficial, o Galo Frito nasceu nas salas de aula do curso de Publicidade e Propaganda na UNIVALI (SC) por Mederijohn Corumbá (Mederi) e Tiago Cadore, Mederi, surinamês, desde 2003 dirige e edita curtas-metragens, documentários e animações e Tiago Cadore é editor, animador, ator e roteirista.
Ainda segundo o site, em 2006, Mederi e Guilherme Angeli resolveram bolar um programa de humor diferente, chamaram André Petermann (Buda) para fazer parte e começaram o projeto Galo Frito. Quando tudo estava definido, infelizmente Guilherme Angeli veio a falecer, fazendo com que o Galo Frito ficasse na geladeira por até 2007 quando Tiago Cadore se juntou dando origem ao piloto da série.
Como eles próprios se definem, o Galo Frito é um programa de humor, com esquetes humorísticas em forma de curtas-metragens, muito diferente do que você já conhece, trazendo sempre um humor rico em gordura trans!
No YouTube atingiram 104.471 assinantes (4º maior entre os comediantes/humor e 10º entre os parceiros/afiliados do YouTube no Brasil) e 66.405.853 exibições nos videos do canal (14º mais visto no Brasil, 3º entre os comediantes e 11º entreos parceiros/afiliados).
Muitos videos do Galo Frito brincam perigosamente com celebridades e artistas populares do momento, como Restart e Justin Bieber e mesmo as séries com personagens originais, como Pathy que te Pariu, aborda temas marginais como sexo, escatologia, etc. Um limite que o YouTube e sua audiência (que pode denúnciar e marcar videos supostamentes fora da lei) talvez tenha levado ao banimento do canal Anões em Chamas da Fondo Filmes.
Lançado em fevereiro de 2010 como braço web da Fondo Filmes, o Anões em Chamas foi criado por Fabio Porchat, comediante de stand-up e roteirista na TV Globo, e Ian SBF, diretor de curtas e longas metragens e tb roteirista na TV Globo e Multishow, sócios da produtora. Depois de alcançar pelo menos 11 milhões de exibições, o canal foi deletado pelo YouTube em março de 2011, segundo o blog Delfos, provavelmente pela série de videos com a pesonagem Amanda, que dava dicas machistas para mulheres nos relacionamentos.
Tuite. "Só para não haver mal-entendido: não tenho twitter, nunca terei twitter, nem sei bem o que é twitter. Obrigado."
Frase de Luis Fernando Verissimo em sua coluna no Estadão - Ode à manteiga (para assinantes) - publicada em 10/12/2009.
Pelo histórico do escritor com a internet, com inúmeros textos apócrifos circulando como se fossem de sua autoria, fiz uma busca e encontrei no Twitter o perfil @LuisFVerissimo, criado em 9 de junho deste ano, hoje com 23.446 seguidores.
Desde o fim de julho está no ar a versão brasileira do site americano Funny or Die, criado pelo ator Will Farrell e cm colaboradores famosos como Saeah Silverman, Eva Langoria e Ben Stiller. Batizado de Morra de Rir, segundo nota no Estadão, na coluna Entrelinhas publicada em 23/07/2008, a versão brasileira teria videos exclusivos de Danilo Gentil, Fabio Porchat, Diego Portugal, Ivete Sangalo e Sabrina Sato. Luana Piovani também figura entre os convidados, da mesma forma que na versao original desfilam nomes como Danny de Vito, Bill Murray, Ben Affleck e Cameron Diaz.
Abaixo uma captura de tela do site Morra de Rir reproduzida no blog do JefersonJS: Segundo anúncio de lançamento veiculado no jornal Meio & Mensagem em 11/08/2008, o site também aceita videos amadores enviados pelos usuários e nos EUA conquistou 250 milhões de acessos em um ano. O anúncio é assinado pela Sequoia Capital que recentemente teve uma suposta apresentação de conselhos para enfrentar a crise financeira publicada no blog Techcrunch no post Sequoia Capital’s 56 Slide Presentation Of Doom.
Ano passado, em 29/10/2007, o caderno Link do Estadão publicou uma edição que anunciou O novo humor brasileiro surge na internet. Reuniu links do grupo Ponto Cômicos, 5 blogueiros cariocas que estrearam um show de humor na época, são eles: Alexandre Paim e Felipe Rangel do blog Mico na Rede, Nigel Goodman do Faz Sentido (e também do grupo Sindicato da Comédia), Odisseu Kapin ex-Cocadaboa e atual Humor Marrom e Ronald Rios do Rock de Indio.
Da mesmoa forma que o Morra de Rir, Ronald Rios apostou no formato de videos e virou protagonista da série Com a Palavra, Ronald Rios, publicada em parceria com a produtora Badalhoca Pictures. Outros grupos de humoristas, como Os Barbixas, conquistaram certa popularidade graças aos videos com trechos de espetáculos, campanhas de buzz marketing e flagrantes de shows publicados no YouTube até mesmo por fãs.
Dia 30/07/2008 o ministro da cultura Gilberto Gil anunciou sua renúncia do cargo que ocupou desde 2003. Defensor da cultura hacker e das tecnologias digitais que transformaram o mercado musical, do qual volta a fazer parte em definitivo. Notícia aqui no Yahoo! Tecnologia - Ministro Hacker - publicada em 18/06/2008 conta um pouco do perfil do ex-ministro, cuja posição a favor do copyleft (direito autoral livre e compartilhado) fez com se tornasse o primeiro brasileiro na capa da Revista Wired em novembro de 2004.
Gilberto Gil deixa projetos como os Pontos de Cultura que mistura arte com elementos de inclusão digital e software livre. José Murilo, autor do blog Ecologia Digital e funcionário do ministério, explica um pouco a origem e o conceito dos pontos de cultura no post Do-in antropológico via massageamento cultural.
Matéria do Estadão - Gilberto Gil aporta no Rio e deixa a coisa correr solta - publicada em 10/08/2007, contou dos shows do artista onde fotos, filmagens (feitas com câmeras digitais e celulares) e a divulgação delas, foram totalmente liberadas.
Na reportagem, Gil declarou:
"Uma das características desses processos de convergência digital e a reprodução, a contaminação viral, em que não se controla nada; ao contrário, deixar a coisa solta é parte da experiência. Os mais de 80 videos jogados no YouTube dão uma noção de como a bola de neve vai se formando".
No fim de Maio terminou mais uma novela da TV Globo, uma novidade foi que o autor lançou um blog simultâneamente à exibição de sua obra e acabou ganhando tanta repercussão quanto seus personagens. Na Folha de São Paulo, a colunista Bia Abramo, publicou em 18/11/2007, que o Blog é mais imaginativo que Duas Caras (para assinantes). Bia defendeu que o Blog do Aguinaldo Silva (enquanto esteve no ar no Bloglog) funcionou como uma peça auxiliar de marketing poderosa e que não houve um dia sequer que a novela ou o blog estivesse na mídia.
No mesmo dia e jornal, a matéria - Celebridades Enchem Blogs de Bobagem - trouxe um resumo das celebridades blogueiras. A mais antiga, Luana Piovani, estreou o blog em julho de 2005 e segundo Marion Strecker, diretora de conteúdo do UOL, teve um pico de audiência quando a modelo e atriz postou no blog, em primeira mão, a notícia de sua gravidez e depois a perda de seu bebê. A reportagem também fez um ranking com os blogs mais visitados na época, no Bloglog: Carolina Dieckmann, Aguinaldo Silva, José de Abreu, Priscila Fantin, Carol Castro, Samara Felippo, Cléo Pires, Vítor Belfort, Bruno de Luca e Pedro Nesching; e no UOL: Juca Kfouri, Luana Piovani, Adão Itsugarai, Wanessa Camargo, Soninha, Gerald Thomas, Carla Perez, Sheila Mello, Amanda Francoso e Preta Gil.
Complementando, a matéria revela que Artistas Querem dar a sua Própria Versão dos Fatos (para assinantes), como quando Preta Gil com medo que a informação de que ganhou uma geladeira de presente de Reynaldo Gianecchini, antecipou-se às revistas de fofocas contando a história em seu blog e lançando um concurso entre seus leitores para dar um nome ao novo refrigerador.
Vi no Twitter da Flávia Durante que ontem foi o lançamento da Free Beer na Galeria Vermelho em São Paulo. Lembro que quando o projeto foi inaugurado, ele se chamava Vores Ol, desde então acredito que essa idéia de produtos fabricados sob licença copyleft, inspirados no modelo do software livre e na frase “free as in freedom”, pode ser interessante. Ano passado, no evento iSummit no Rio de Janeiro, o ministro da cultura foi filmado experimentando a Free Beer:
Uma nova marca de cerveja é lançada, hoje, na galeria Vermelho: a Free Beer. Entretanto, ao contrário das marcas tradicionais, que tratam como segredo de Estado a receita de suas bebidas, no próprio rótulo da Free Beer está estampada sua receita.
A Free Beer é a nova ação do coletivo dinamarquês Superflex, composto por Bjornstjerne Reuter Christiansen, Jakob Fenger e Rasmus Nielsen. (…)
“Agora estamos propondo uma marca aberta e, nesse sentido, sugerimos um novo modelo econômico, que permite a qualquer um produzir e distribuir cerveja, a partir de uma receita que é pública, além de criar consumidores não obedientes, como gosta o mercado”, conta Fenger.
A Free Beer surgiu em 2004, numa parceria com estudantes da Universidade de Copenhague. “Buscamos transferir os princípios do software livre para algo físico, e a cerveja se tornou um bom exemplo”, conta Nielsen. “Por isso, a Free Beer tem sido comparada ao Linux (sistema operacional gratuito) e à Wikipedia”, diz o artista. (…)
No Brasil, a Free Beer está sendo produzida pela Cervejaria Germânia, que irá comercializar a bebida durante a exposição a partir da versão 3.4, desenvolvida pela empresa. “A única coisa que pedimos é que cada nova versão seja também tornada pública no site do Creative Commons”, diz Christiansen.
(…) No próximo sábado, às 16h, Ronaldo Lemos, diretor do Creative Commons no Brasil, irá participar de um debate com os membros do Superflex, na Vermelho, e logo após será realizada uma gincana intitulada “Free Beer Pub Quiz”, na qual participantes receberão prêmios ao responderem questões sobre propriedade intelectual e direitos autorais.
Free Beer Abertura dia 27/11/2007, às 20h; de ter. a sex., das 10 às 19h, sáb., das 11 às 17h. Até 22/12/2007 Galeria Vermelho - R. Minas Gerais, 350, Tel. 3257-2033 - Entrada franca
No começo do mês Liana Brazil entrevistou Alan Pollard, da equipe da cantora Bjork, e publicou em sua coluna sobre Arte e Tecnologia no JB - Interface especial: Os gadgets que Bjork usa!
No site Ego a matéria Diogo Boni , o criador do BlogLog, em entrevista ao EGO revela os planos do filho do Boni, irmão do Boninho do BBB, que comanda o canal de blogs da Globo.com. O Diogo, que é formado em ciência da computação, conta como começou o BlogLog, as primeiras celebridades convidadas e os planos para breve, inclusive um canal de videos. Segue trecho da entrevista:
Vamos criar o Bloglog TV dentro do site. Os artistas vão ser entrevistados por eles mesmos. Vão fazer perguntas e responder e postar no site. No ano que vem os usuários vão poder ter blog desde que convidados pelos artistas. Vamos distribuir dez convites para cada artista dar para os usuários que mais freqüentam seu blog.
Pelo jeito a rede de blogs vai crescer, com fãs, amigos e aficcionados dos artistas escrevendo ao lado das celebridades. Fazendo uma busca, vi este post no Bloglog do Bruno de Luca - Correriaaaa - que revela que o BlogLog TV entra no ar dia 21 de novembro. Aliás, os videos do YouTube no blog do Bruno explicam em parte a necessidade dessa nova seção do canal.
Em outra matéria - Paparazzo em causa própria - no Estadão, conta mais detalhes do BlogLog TV e estatísticas do canal (que hoje reúne 187 blogs):
(…) Além dos textos e fotos, Diogo Boni, criador do portal, lançará em breve o BlogLog TV. “As pessoas serão convidadas a fazerem vídeos caseiros”, explica. Uma das “atrações” já definidas é a Auto-Entrevista, em que a celebridade irá se auto-entrevistar. Uma outra, a Blogokê irá fazer os famosos cantarem e criarem clipes musicais. O ator Bruno De Luca, amigo de Diogo, terá um programa próprio e irá gravar matérias para o portal na balada. “Também temos a intenção de pedir para os artistas produzirem vídeos em suas viagens e mais algumas brincadeiras”, planeja Diogo. (…) O BlogLog já faz sucesso sem ao menos ser lançado. Segundo Diogo Boni o portal está em fase de testes e será lançado em um mês com direito a anúncios nos principais veículos de comunicação. Mas, mesmo sem nenhum marketing, o BlogLog já obteve 480 mil acessos/dia.
"Este artigo parece aqueles textos apócrifos que espalham em meu nome pela internet. Mas pode botar que eu confirmo. Santo Deus, estou sendo influenciado por meus imitadores..."
Arnaldo Jabour, em sua coluna Ao homem-objeto (para assinantes), publicada em 17/4/2007 no Estadão.
Update: Abaixo suposto texto original publicado no Estadão.
Ao homem-objeto 17/04/07 - O Estado de São Paulo - Arnaldo Jabor
Antes, os homens, desejávamos a mulher. Hoje, queremos ser desejados. No tempo de meus pais, elas em geral não davam: só casando. Nelson Rodrigues conta que os noivos galopavam como centauros para o quarto nupcial avançando sobre as noivas pálidas de terror.
Filho dessa geração, eu achava que o desejo da mulher era 'conseqüência' do nosso, que elas ansiavam por nosso assédio, em delíquios desmaiados. Eu achava que levar uma mulher para a cama era algo só de minha responsabilidade, que elas cumpriam cabisbaixas, trêmulas e, depois, gratas. Elas 'davam' como uma tarefa quase política. Hoje, os homens é que dão. Elas comem. Os homens se raspam, para ficarem com o corpo feminino. Os homens malham, para ficarem magníficos objetos de prazer.
Antes, não. Eram barrigudos informes, sórdidos, com lindas damas ao lado, brutais machões dominando ninfas. Hoje, elas escolhem: 'Aquele ali. Vou comer...' Somos analisados minuciosamente nas conversas dos vestiários. Dizem-me informantes traidoras que o papo é mais brutal que conversa de marinheiro. Os pintinhos são analisados com régua e compasso. A barriga derruba um apaixonado, a bunda (isso é novo) passou a ser um objeto sexual fundamental para as moças: 'Que bundinha ele tem!' Nosso pobre feminismo deu nisso: as mulheres analisam os homens como imaginam que eram analisadas por nós: 'Que avião, eu ia te comer todinha...' Hoje, nós somos as caricaturas das caricaturas que fazíamos delas.
Fui educado pelos jesuítas, o melhor caminho para a perversão. Sempre imaginei as mulheres como usáveis, romanticamente ingênuas, ou santas ou decaídas... Mas nunca imaginei ver esse exército de rostos lindos, mas duros, implacáveis na avaliação do sujeito, nos olhando como sargentos examinando recrutas. Não imaginava o medo diante da glamourização excessiva das celebridades. O que nos excitava, ou melhor, nos fazia apaixonados era ver em seus olhos a busca de proteção, quase um apelo de socorro. Nossa virilidade era quixotesca, salvadora. Sua fragilidade, mesmo fingida, era tão erotizante... Outro dia vi um documentário antigo com a Jackie Kennedy falando; parecia uma menininha, uma 'barbie' ingênua. Claro que não me refiro às pobres desamparadas socialmente; falo das peruas de esquerda e de direita (elas existem...), falo da vanguarda das gostosas. Transar com uma mulher hoje é passar por um teste. E surge a dúvida máxima: o que dar às mulheres? Carinho? Proteção? Porrada? Desprezo? Companheirismo? Dar o quê? Dinheiro? Já servimos para sustentá-las, mandar nelas: 'Oh, bobinhas... não é assim, é assado...' Mas, não sabemos mais o que oferecer. Diante disso, o amor vira uma batalha de prazeres e dores, uma guerra constante e excitante, ciúmes afrodisíacos, ódios excitantes para o 'make-up fuck' (a melhor que há). Os amores de /Caras /duram semanas; casou, perdeu a graça. Os jovens ricos vivem em haréns de luxo (ah, verde inveja...) Claro que o amor dos desvalidos continua igual: porrada, alcoolismo, e abandono. Repito que falo das 'vanguardas' neo-sacanas.
Bordéis do amor
Assim, creio que a revolução se deu mais por via das mulheres, do que dos homens. Já repararam como tem garoto-objeto casando com coroas-célebres? E dizem que dinheiro compra até amor verdadeiro... Elas mudaram, desde a pílula até hoje, impulsionadas pela tecnologia veloz, pela indústria das revistas pornô; houve uma fetichização das partes pelo todo. São pedaços que vemos. O conjunto nos angustia. Disse-me uma antropóloga linda outro dia que o que mudou foi a transformação do sexo em ginástica, num atletismo em que as perversões proibidas se transformaram em brincadeiras polimorfas. Ninguém peca mais. E a culpa? O que foi feito dela? O limite é o quê? A morte? A aids segurou um pouco a barra da loucura que se anunciava nos anos 80, mas agora, com coquetéis, há um recrudescimento da sacanagem como parque de diversões.
As famosas surubas de antigamente (oh... crime nefando...), hoje são cirandas-cirandinhas felizes e gargalhantes. O bom e velho orgasminho não basta mais. É preciso ir mais longe. Até aonde? Talvez, busquemos um êxtase permanente num mundo que se aquece, num presente enorme que não acaba. Precisamos de uma libertinagem constante, já que a tal da liberdade era mesmo 'uma calça velha e desbotada'... E que orgasmo é esse que atroará os ares? E, falando mais seriamente, que transgressão suprema acabará com todos os limites? Muhammad Atta, o chefe do ataque no 11 de Setembro, segundo artigo antológico de Martin Amis, não era religioso, não acreditava em Alá, não era militante político, era químico na Alemanha e, no entanto, queria algo supremo. O quê? A realização do inominável, do impensável, o crime absoluto e, por segundos antes de explodir, ele sentiu o êxtase do tenebroso.
O marquês de Sade desafiou os limites da natureza. Nesta neo-libertinagem, queremos ir além das coisas que viramos.
Há um desejo de aperfeiçoar os desempenhos, como se moderniza um avião ou um chip. Nas casas de swing, por exemplo, há uma utopia de se atingir uma paz além do ciúme, além da posse, a paz da solidão compartilhada, um companheirismo pacífico entre putas e cornos.
No entanto, faço uma previsão. As coisas vão e voltam.
Dentro em pouco, vai ressurgir uma onda romântica, diante do terror que a liberdade total está gerando. Dentro em pouco, teremos amores infinitos, beijos eternos, fidelidades sem-fim. No entanto, onde se aninharão os casais? No campo? Nas neves derretidas? No pó das cidades?
Onde? Não temos onde amar. Não há casulos disponíveis. Famílias, lares?
Não. Haverá talvez bordéis românticos, motéis da paixão, onde a paz infinita irá além dos gritos de tesão.
Ninguém agüenta mais tanta liberdade...
Este artigo parece aqueles textos apócrifos que espalham em meu nome, na internet. Mas, podem botar que eu confirmo. Santo Deus, estou sendo influenciado por meus imitadores...
Entrou no ar dia 24 de maio o Blog da Ana Moser aqui no Yahoo! Esportes. Ana, que há algum tempo já vinha colaborando no Yahoo! Respostas, faz parte da equipe do portal na cobertura dos XV Jogos Pan-Americanos. O time inclui o Blog do Alexandre Baçallo e completando, depois de já encerradas as inscrições, o selecionado no concurso Yahoo! Reporter nos Jogos Pan-Americanos (que citei aqui antes). Todos na contagem regressiva para o início do evento dia 13 do próximo mês e a postos para a esperada avalanche de competições e medalhas.
Acontece dias 4 e 5 de junho em São Paulo o Ethanol Summit 2007 organizado pela União da Agroindústria Canavieira de São Paulo (Única). No site da entidade um release anuncia que São Paulo será capital mundial do etanol e se a lista dos participantes (George Soros, Felipe Gonzáles, Roberto Rodrigues, etc) se confirmar, a chance da cidade reproduzir o clima de cúpula internacional realmente é grande.
Sábado passado aconteceu em frente a MTV o Protesto Fora Cicarelli, contra a censura na internet. O China, do blog Espaço Livre BR101, esteve presente, fotografou e entrevistou o líder Márcio Motta. Começou dia 10 e vai até dia 17 de fevereiro o LaMiMe no Sesc da Avenida Paulista. Organizado pelo pessoal do Meta-Reciclagem, a programação do evento inclui workshops e oficinas sobre tecnologia recicladas, produção de áudio e vídeo digital, etc.
A temporada em praias na Espanha do casal Tato Malzoni e Daniela Cicarelli ficou famosa no Brasil graças ao vídeo com cenas picantes dos namorados dentro do mar. O flagra foi filmado por um paparazzi, acabou sendo publicado no site You Tube e se espalhou no boca a boca, como no caso da Garota do Bambu, que comentei aqui dias atrás. Meses depois do ocorrido, o juiz Santarelli (mais do que uma rima, como lembrou Celso Ming em sua coluna no jornal Estadão), decretou semana passada a proibição do acesso ao site americano.
A decisão da justiça brasileira, considerada radical mas acatada rapidamente primeiro pelos provedores da Brasil Telecom e depois pela Telefonica, repercutiu negativamente em toda parte. A BBC Brasil registrou a reação internacional na matéria sites estrangeiros ridicularizam bloqueio do YouTube no Brasil. Por aqui logo apareceram receitas de como furar o bloqueio e convocações de protestos como um boicote e um abaixo-assinado. No próprio You Tube, agora novamente liberado depois do juiz declarar que tudo não passou de um mal entendido, podemos assistir a matéria veiculada no Jornal da Globo, onde o representante da Abranet comparou a interdição com a censura na rede, colocando o país ao lado do Irã e da China.
Antes de toda essa confusão, a secretaria de saúde do RS lançou uma paródia do vídeo, parte da campanha de combate ao mosquito da dengue criada pela Escala Comunicação, e cujo tema era: é na água que ele se reproduz.
Semana passada vi a capa da Caras com suposto romance de uma atriz global com o baixinho da Kaiser. Conta nova da agencia Fischer, etc. O blog do Adonis explica bem toda a ação, com o K na inicial da atriz, convite da festa de aniversário, etc.
Lembrei qdo trabalhava na DPZ, criando pra cervejaria, o Sylvio Lima falava q nosso então concorrente, com a campanha Brahma N 1, nao era exatamente uma agencia de propaganda, mas sim de promoção. Naquela época, no século passado, a Fischer repercutiu bem com a torcida uniformizada nos estádios, jogadores comemorando com o sinal do dedo levantado, etc. Marketing de Guerrilha, q agora voltou com o nome de viral e boca a boca... tb acho q termos bélicos são anos 90, e guerrilha e terrorismo hoje em dia não pega tão bem :-)
Outra coisa q o Sylvio (falecido anos atras) falou é q no mercado sempre existiram essas agências cuja maior força era na "promoção", ele lembrou da Artplan no Rio, do Medina, q criou o Rock in Rio, sucesso anos antes.